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Dra. Bárbara Kumagai — atendimento em psiquiatria com foco em saúde mental feminina
Quem sou eu
Sobre mim
Médica formada pela USP · Residente de Psiquiatria pela UNIFESP · CRM-SP 226431
Dra. Bárbara Kumagai
Médica · CRM-SP 226431
Trajetória
Uma trajetória focada na presença
Sou médica formada em 2021 pela Universidade de São Paulo (USP) e residente de Psiquiatria pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).
Minha trajetória na medicina sempre foi guiada por uma pergunta inicial:
Como fazer com que essa pessoa que está à minha frente, durante o intervalo de tempo em que compartilhamos este espaço no mundo, saia daqui sentindo-se realmente vista?
Presente · Residência em andamento
mar. 2024 — fev. 2027
Residência Médica em Psiquiatria
Universidade Federal de São Paulo — UNIFESP
Formação em Psiquiatria com ênfase em psicopatologia, psicofarmacologia e abordagens psicodinâmicas integradas como a Psicanálise. Atuação em diversos ambulatórios, enfermaria psiquiátrica, interconsulta e serviço de emergência.
Medicina · Graduação
2016 — 2021
Graduação em Medicina
Universidade de São Paulo — USP
Formação médica de excelência. Base sólida em fisiopatologia, semiologia e raciocínio clínico, com vivência clínica extensa no maior complexo hospitalar da América Latina.
Infância e Ensino Médio · Goiânia, GO
Goiânia
Goiânia, Goiás
Cidade onde nasci e cresci. Realizei o Ensino Médio no Colégio WR e permaneci mais um ano no curso pré-vestibular. Foi nesse período que decidi prestar vestibulares em São Paulo, em busca de uma formação acadêmica de excelência.
O que me orienta
Valores e Missão
Ao longo da residência, fui percebendo que as mulheres chegam ao consultório carregando não apenas sintomas, mas histórias marcadas por invisibilidade, sobrecarga e violência. As perguntas que não paravam de vir eram:
O quanto o nosso valor, nosso propósito de vida e nosso bem-estar, como mulheres, dependem dos nossos relacionamentos amorosos ou da nossa imagem física?
Como o medo de sofrer violência doméstica, sexual ou psicológica afeta as nossas mentes?
O quanto o papel social feminino nos gera mais autocobrança, mais sensação de “impostoras” e, inevitavelmente, mais sintomas ansiosos e depressivos?
e por último:
Quem ganha quando o cuidado em saúde mental é tratado apenas ao nível individual — e não visto como reflexo de uma sociedade doente?
Posicionamento
Porque o ato de cuidar também é político
Rigor científico
A evidência científica não está lá para generalizar e, com isso, invisibilizar o sofrimento — mas para protegê-la de falácias e de uma medicina sensacionalista.
Escuta genuína
Não acredito em uma psiquiatria que trata sinais e sintomas, mas que se esquece de escutar histórias.
Cuidado contextualizado
Acredito em cuidado humano, embasado e contextualizado com a rotina, a possibilidade e a vida real de cada paciente.
Perspectiva de gênero
Valorizar o impacto das estruturas de gênero na saúde mental feminina não é opcional — é parte do que torna o cuidado completo.
Como eu enxergo o cuidado em Psiquiatria
Um osso quebrado eventualmente cicatriza sozinho — o gesso apenas garante que cicatrize bem. É assim que eu enxergo a Psiquiatria: como um suporte, por vezes temporário, para que as pessoas voltem a andar do jeito que mais gostariam.
A Psiquiatria não precisa ser um ponto final nem um rótulo. Penso que, para muitas mulheres, pode ser o gesso que permite o osso cicatrizar: com menos dor, menos tempo e mais leveza.
Além da medicina
Fora do consultório
Porque eu não poderia cuidar da saúde mental das minhas pacientes se eu mesma não valorizasse o que faço fora do consultório como essencial para a minha.